A síndrome da fadiga crônica (SFC) é um acometimento que teve seus primeiros casos, factualmente identificados, na década de 80. Nesse período, profissionais de saúde começaram a notar pacientes queixando-se de fadiga intensa associada a sintomas como febre, dor de garganta, déficit de memória, confusão e depressão, estes, com aspectos redicivantes. Um indivíduo pode persistir por anos sem saber que está acometido pela SFC, quadro que irá interferir diretamente na sua qualidade de vida, principalmente, quando ainda não é tratado especificamente. Em grande parte, se deve ao fato que não existem testes para diagnóstico (laboratoriais), e muitas doenças podem apresentam sintomas semelhantes, como exemplo a fadiga, tal que pode gerar diagnósticos imprecisos e divergentes. Os indivíduos com SFC apresentam fadiga (severa), acentuada por situações de estresse mental ou esforço físico, com duração mínima de seis meses e repouso / descanso não reparador. Existe a possibilidade de a fadiga ser tão grave a ponto de não conseguirem desempenhar tarefas cotidianas, contudo, esse não é o único sintoma, pois diversas anormalidades do sistema neurológico, imunológico e endócrino também podem ser manifestas, sendo, alguns sintomas:
“Mal-estar pós-esforço persistente por mais de 24 horas; sono não reparador; déficit de memória de curto prazo; déficit na concentração; mialgia (dor muscular); artralgia (dor articular); gânglios linfáticos (pescoço ou axilas) sensíveis à palpação; dor de garganta (recorrente ou frequente); calafrios e suores noturnos; distúrbios visuais; distúrbios digestivos; diminuição da resposta imunológica; complicações cardíacas e respiratórias; insônia; confusão mental; problemas de equilíbrio; desmaio; exaustão mental; depressão ou problemas psicológicos; dificuldade em manter a posição ereta (intolerância ortostática) alergia ou sensibilidade a alimentos, odores, produtos químicos, medicamentos e ruídos.
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