Um dos maiores problemas de saúde pública na atualidade é o sedentarismo, pois tal condição é diretamente associada a uma grande variedade de doenças. A inatividade física colabora para a síndrome metabólica, sendo esta caracterizada pela presença de fatores de risco
cardiovascular, tais como a hipertensão arterial, a hiperinsulinemia, a intolerância à glicose, o diabetes melito tipo 2, a dislipidemia e a obesidade central. De forma mais específica, a síndrome metabólica pode ser definida como um conjunto de fatores de origem metabólica que contribuem para o surgimento de doenças cardiovasculares e/ou diabetes melito tipo 2, sendo fatores de risco metabólico a dislipidemia aterogênica, a hipertensão arterial, a hiperglicemia e o estado pró-inflamatório e pró-trombótico. a inserção no programa de exercícios físicos clínicos deve considerar os aspectos aprofundados no conhecimento da prescrição nas doenças metabólicas como a obesidade e o diabetes melito, assim como as doenças cardiovasculares. Contudo, o tratamento por meio da prescrição do exercício clínico (após considerar as variáveis dos sistemas acometidos) deve considerar que o principal aspecto no tratamento da síndrome metabólica é a obesidade, ou seja, deve direcionar o paciente para um perfil (de composição corporal) que o deixe de caracterizar como tal (IMC < 30). Quando atingir tal objetivo, o próximo passo será deixar de ser um paciente com “sobrepeso”, normalizando sua composição corporal. Nesse sentido, é preciso que a proposta do programa de exercícios físicos seja ofertada de forma cautelosa e em longo prazo, pois como se trata de um grupo de indivíduos que estão mais sujeitos a manifestarem complicações, qualquer fator complicador – como mialgias, artralgias e/ou infecções recorrentes – pode implicar no afastamento do paciente (aluno). Ademais, a ocorrência desses fatores indica que a oferta do programa de exercícios físicos não foi adequada, por isso procure um profissional qualificado!
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